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ARQUEOLOGIA BÍBLICA

ARQUEOLOGIA BÍBLICA

A Natureza e o Propósito da Arqueologia Bíblica.

A palavra arqueologia vem de duas palavras gregas, archaios e logos, que significam literalmente “um estudo das coisas antigas”. No entanto, o termo se aplica, hoje, ao estudo de materiais escavados pertencentes a eras anteriores. A arqueologia bíblica pode ser definida como um exame de artefatos antigos outrora perdidos e hoje recuperados e que se relacionam ao estudo das Escrituras e à caracterização da vida nos tempos bíblicos.
A arqueologia é basicamente uma ciência. O conhecimento neste campo se obtém pela observação e estudo sistemáticos, e os fatos descobertos são avaliados e classificados num conjunto organizado de informações. A arqueologia é também uma ciência composta, pois busca auxílio em muitas outras ciências, tais como a química, a antropologia e a zoologia.
Naturalmente, alguns objetos de investigação arqueológica (tais como obeliscos, tempos egípcios e o Partenon em Atenas) jamais foram “perdidos”, mas talvez algum conhecimento de sua forma e/ou propósito originais, bem como o significado de inscrições neles encontradas, tenha se perdido.

Funções da Arqueologia Bíblica

A arqueologia auxilia-nos a compreender a Bíblia. Ela revela como era a vida nos tempos bíblicos, o que passagens obscuras da Bíblia realmente significam, e como as narrativas históricas e os contextos bíblicos devem ser entendidos.
A Arqueoloia também ajuda a confirmar a exatidão de textos bíblicos e o conteúdo das Escrituras. Ela tem mostrado a falsidade de algumas teorias de interpretação da Bíblia. Tem auxiliado a estabelecer a exatidão dos originais gregos e hebraicos e a demonstrar que o texto bíblico foi transmitido com um alto grau de exatidão. Tem confirmado também a exatidão de muitas passagens das Escrituras, como, por exemplo, afirmações sobre numerosos reis e toda a narrativa dos patriarcas.
Não se deve ser dogmático, todavia, em declarações sobre as confirmações da arqueologia, pois ela também cria vários problemas para o estudante da Bíblia. Por exemplo: relatos recuperados na Babilônia e na Suméria descrevendo a criação e o dilúvio de modo notavelmente semelhante ao relato bíblico deixaram perplexos os eruditos bíblicos. Há ainda o problema de interpretar o relacionamento entre os textos recuperados em Ras Shamra (uma localidade na Síria) e o Código Mosaico. Pode-se, todavia, confiantemente crer que respostas a tais problemas virão com o tempo. Até o presente não houve um caso sequer em que a arqueologia tenha demonstrado definitiva e conclusivamente que a Bíblia estivesse errada!

Por Que Antigas Cidades e Civilizações Desapareceram

Sabemos que muitas civilizações e cidades antigas desapareceram como resultado do julgamento de Deus. A Bíblia está repleta de tais indicações. Algumas explicações naturais, todavia, também devem ser brevemente observadas.
As cidades eram geralmente construídas em lugares de fácil defesa, onde houvesse boa quantidade de água e próximo a rotas comerciais importantes. Tais lugares eram extremamente raros no Oriente Médio antigo. Assim, se alguma catástrofe produzisse a destruição de uma cidade, a tendência era reconstruir na mesma localidade. Uma cidade podia ser amplamente destruída por um terremoto ou por uma invasão. Fome ou pestes podiam despovoar completamente uma cidade ou território. Nesta última circunstância, os habitantes poderiam concluir que os deuses haviam lançado sobre o local uma maldição, ficando assim temerosos de voltar. Os locais de cidades abandonadas reduziam-se rapidamente a ruínas. E quando os antigos habitantes voltavam, ou novos moradores chegavam à região, o hábito normal era simplesmente aplainar as ruínas e construir uma nova cidade. Formava-se, assim, pequenos morros ou taludes, chamados de tell, com muitas camadas superpostas de habitação. Às vezes, o suprimento de água se esgotava, rios mudavam de curso, vias comerciais eram redirecionadas ou os ventos da política sopravam noutra direção - o que resultava no permanente abandono de um local.

A Escavação de um Sítio Arqueológico

O arqueólogo bíblico pode ser dedicar à escavação de um sítio arqueológico por várias razões. Se o talude que ele for estudar reconhecidamente cobrir uma localidade bíblica, ele provavelmente procurará descobrir as camadas de ocupações relevantes à narrativa bíblica. Ele pode estar procurando uma cidade que se sabe ter existido mas ainda não foi positivamente identificada. Talvez procure resolver dúvidas relacionadas à proposta identificação de um sítio arqueológico. Possivelmente estará procurando informações concernentes a personagens ou fatos da história bíblica que ajudarão a esclarecer a narrativa bíblica.
Uma vez que o escavador tenha escolhido o local de sua busca, e tenha feito os acordos necessários (incluindo permissões governamentais, financiamento, equipamento e pessoal), ele estará pronto para começar a operação. Uma exploração cuidadosa da superfície é normalmente realizada em primeiro lugar, visando saber o que for possível através de pedaços de cerâmica ou outros artefatos nela encontrados, verificar se certa configuração de solo denota a presença dos resto de alguma edificação, ou descobrir algo da história daquele local. Faz-se, sem seguida, uma mapa do contorno do talude e escolhe-se o setor (ou setores) a ser (em) escavado (s) durante uma sessão de escavações. Esses setores são geralmente divididos em subsetores de um metro quadrado para facilitar a rotulação das descobertas.

A Arqueologia e o Texto da Bíblia

Embora a maioria das pessoas pense em grandes monumentos e peças de museu e em grandes feitos de reis antigos quando se faz menção da arqueologia bíblica, cresce o conhecimento de que inscrições e manuscritos também têm uma importante contribuição ao estudo da Bíblia. Embora no passado a maior parte do trabalho arqueológico estivesse voltada para a história bíblica, hoje ela se volta crescentemente para o texto da Bíblia.
O estudo intensivo de mais de 3.000 manuscritos do Novo Testamento (N.T.) grego, datados do segundo século da era cristão em diante, tem demonstrado que o N.T. foi notavelmente bem preservado em sua transmissão desde o terceiro século até agora. Nem uma doutrina foi pervertida. Westcott e Hort concluíram que apenas uma palavra em cada mil do N.T. em grego possui uma dúvida quanto à sua genuinidade.
Uma coisa é provar que o texto do N.T. foi notavelmente preservado a partir do segundo e terceiro séculos; coisa bem diferente é demonstrar que os evangelhos, por exemplo, não evoluíram até sua forma presente ao longo dos primeiros séculos da era cristã, ou que Cristo não foi gradativamente divinizado pela lenda cristã. Na virada do século XX uma nova ciência surgiu e ajudou a provar que nem os Evangelhos e nem a visão cristã de Cristo sofreram evoluções até chegarem à sua forma atual. B. P. Grenfell e A. S. Hunt realizaram escavações no distrito de Fayun, no Egito (1896-1906), e descobriram grandes quantidades de papiros, dando início à ciência da papirologia.
Os papiros, escritos numa espécie de papel grosseiro feito com as fibras de juncos do Egito, incluíam uma grande variedade de tópicos apresentados em várias línguas. O número de fragmentos de manuscritos que contêm porções do N.T. chega hoje a 77 papiros. Esses fragmentos ajudam a confirmar o texto feral encontrado nos manuscritos maiores, feitos de pergaminho, datados do quarto século em diante, ajudando assim a forma uma ponte mais confiável entre os manuscritos mais recentes e os originais.

O impacto da papirologia sobre os estudos bíblicos foi fenomenal. Muitos desses papiros datam dos primeiros três séculos da era cristã. Assim, é possível estabelecer o desenvolvimento da gramática nesse período, e, com base no argumento da gramática histórica, datar a composição dos livros do N.T. no primeiro século da era cristã. Na verdade, um fragmento do Evangelho de João encontrado no Egito pode ser paleograficamente datado de aproximadamente 125 AD! Descontado um certo tempo para o livro entrar em circulação, deve-se atribuir ao quarto Evangelho uma data próxima do fim do primeiro século - é exatamente isso que a tradição cristã conservadora tem atribuído a ele. Ninguém duvida que os outros três Evangelhos são um pouco anteriores ao de João. Se os livros do N.T. foram produzidos durante o primeiro século, foram escrito bem próximo dos eventos que registram e não houve tempo de ocorrer qualquer desenvolvimento evolutivo.

Todavia, a contribuição dessa massa de papiros de todo tipo não pára aí. Eles demonstram que o grego do N.T. não era um tipo de linguagem inventada pelos seus autores, como se pensava antes. Ao contrário, era, de modo geral, a língua do povo dos primeiros séculos da era cristã. Menos de 50 palavras em todo o N.T. foram cunhadas pelo apóstolos. Além disso, os papiros demonstraram que a gramática do N.T. grego era de boa qualidade, se julgada pelos padrões gramaticais do primeiro século, não pelos do período clássico da língua grega. Além do mais, os papiros gregos não-bíblicos ajudaram a esclarecer o significado de palavras bíblicas cujas compreensão ainda era duvidosa, e lançaram nova luz sobre outras que já eram bem entendidas.

Até recentemente, o manuscrito hebraico do Antigo Testamento (A.T.) de tamanho considerável mais antigo era datado aproximadamente do ano 900 da era cristã, e o A.T. completo era cerca de um século mais recente. Então, no outono de 1948, os mundos religioso e acadêmico foram sacudidos com o anúncio de que um antigo manuscrito de Isaías fora encontrado numa caverna próxima à extremidade noroeste do mar Morto. Desde então um total de 11 cavernas da região têm cedido ao mundo os seus tesouros de rolos e fragmentos. Dezenas de milhares de fragmentos de couro e alguns de papiro forma ali recuperado. Embora a maior parte do material seja extrabíblico, cerva de cem manuscritos (em sua maioria parciais) contêm porções das Escrituras. Até aqui, todos os livros do A.T., exceto Éster, estão representados nas descobertas. Como se poderia esperar, fragmentos dos livros mais freqüentemente citados no N.T. também são mais comuns em Qumran (o local das descobertas). Esses livros são Deuteronômio, Isaías e Salmos. Os rolos de livros bíblicos que ficaram melhor preservados e têm maior extensão são dois de Isaías, um de Salmos e um de Levítico.

O significado dos Manuscritos do Mar Morto é tremendo. Eles fizeram recuar em mais de mil anos a história do texto do A.T. (depois de muito debate, a data dos manuscritos de Qumran foi estabelecida como os primeiros séculos AC e AD). Eles oferecem abundante material crítico para pesquisa no A.T., comparável ao de que já dispunham há muito tempo os estudiosos do N.T. Além disso, os Manuscritos do Mar Morto oferecem um referencial mais adequado para o N.T., demonstrando, por exemplo, que o Evangelho de João foi escrito dentro de um contexto essencialmente judaico, e não grego, como era freqüentemente postulado pelos estudiosos. E ainda, ajudaram a confirma a exatidão do texto do A.T. A Septuaginta, comprovaram os Manuscritos do Mar Morto, é bem mais exata do que comumente se pensa. Por fim, os rolos de Qumran nos ofereceram novo material para auxiliar na determinação do sentido de certas palavras hebraicas

ALMA E ESPIRITO

1- ALMA

O Termo alma representa o hebraico nephesh, que em muitas outras passagens se traduz por “vida” ou criatura.
Usa-se esse vocábulo a respeito dum ser vivo (Gn 17. 14; Nm 9.13, etc.); e dos animais, como criaturas (Gn 2.19, 9.15, etc.); e da alma como substancia distinta do corpo (Gn 35.18); da vida animal (Gn 2.7; note-se a aparente identificação com o sangue, Lv 17.14; e Dt 12.23); da alma como sede dos afetos, sensações e paixões, sendo suscetivel de angústia (Gn 42.21), de aflição (Lv 16.29), de desanimo (Nm 21.5), de desejo (Dt 14.26), de aborrecimento (SI 107. 18); e sendo, também, capaz de comunicação com Deus. çomo vinda Dele (Ez 18.4). desejando-O (SI 42.1, Is 26.9), regozijando-se Nele (SI 35.9; Is 61.10), confiando Nele (Sl 57.1), adorando-O (SI 86.4, 104.1), mas pecando contra Deus e fazendo mal a si própria (Jr 44.7; Ez 18.4; Mq 6.7).

No Novo Testamento é o termo “alma’ a tradução do grego “psyché”, que, como nephesh, é muitas vezes traduzido por “vida”. Usa-se acerca do homem individual (At 2.41; Rm 13.1: 1 Pe 3.20); da vida animal sensitiva, com as suas paixões e desejos, distinguindo-se do Corpo (Mt 10.28) e do espírito (Lc 1.46; 1 Ts 5.23; Hb 4.12).
A alma é suscetível de perder-se (Mt 16.26); de ser salva (Hb 10.39; Tg 1.21); e de existir depois da separação do corpo (Mt 10.28; Ap 6.9; 20.4).

2- ESPÍRITO

A palavra “espírito” no Antigo Testamento é, com duas exceções, uma tradução do termo hebraico ruach, que também tem a sua significação literal de “vento” (Gn 8.1, etc.), sendo em muitas passagens traduzido por “sopro”, com aplicação ao ar respirado (Jó 17.1; Is 2.22) e à frase “fôlego de vida” (Gn 6.17; 7.15; cp com Sl 104.29, e Ez 37.8). Deste modo é naturalmente empregada a palavra acerca do principio vital, o principio da vida animal (anirna, psyché), quer se trate de homens ou de animais (“fôlego”, Ec 3.19); de homens (Gn 45.27; Nm 16.22; Jó 10.12; SI 104.29; Ec 12.7; Is 38.16; 57.16). Noutras passagens refere-se ao principio espiritual ou à alma racional (anomus, pneuma). Neste sentido é o espírito a sede das sensações e das emoções; ele é altivo (Pv 16.18), atribulado (1Sm 1,15), humilde (Pv 16.19); tornam-se nele subjetivas as graças divinas (Sl 51.10; Ez 11,19; 36.26).

No Novo Testamento, o espírito (pneuma ), como faculdade divinamente concedida, pela qual o homem pode pôr-se em comunhão com Deus, distingue-se do aos próprio caráter natural (psyché); veja-se especialmente 1Co 2.10 a 16. A Bíblia claramente faz supor a existência do espírito, separado do corpo depois ela morte (Lc 24.37, 39; Hb 12.23 ).

A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS

Texto: Is.53.5 Transpassado pelas nossas iniqüidades e moído pelas nossas transgressões.

Porque escolhi este livro para esta noite...

*Isaias era um aristocrata de nascimento e por chamado Divino tornou-se um interpretador dos oráculos de Deus. Era casado e pai de dois filhos,
* Hb.11.37 Quando fala dos mártires cita que um foi serrado pelo meio a história aponta para Isaias no reinado de Manasses.
* Isaias predisse a respeito da vinda de um Servo Sofredor que seria bem maior que Ciro. Este servo anônimo traria justiça as nações (Is.42.1-4) Se tornaria uma luz para os gentios (Is.49.1-7)
* Levaria o pecado do seu povo (Is.53.13) Este servo sofreria de livre vontade, por decisão do amor (Is.50.4-11) Ele foi transpassado pelas nossas iniqüidades e moído pelas nossas transgressões.
*Tem pessoas que não conseguem crer que podem ser libertas pelo gesto de Jesus Cruz. Alias a dúvida tem 3 estágios.

1. Ausência da dúvida: Gera pessoas psicopatas, Que nunca duvida de si mesmo, que se acha infalível e perfeito e nunca terá compaixão dos outros.
2. A presença excessiva da dúvida: Leva as pessoas a retraírem sua inteligência e suas atitude pela insegurança, tornam-se excessivamente tímidas e auto punitivas.
3. A dúvida inteligente: Esvazia o orgulho, abre a janela da fé, estimula a criatividade e estimula a produção de novas respostas que nasceram pela vontade de conhecer. Se tiver dúvidas procure diante de Deus suas respostas. Seja inteligente.

*Jesus trata das feridas da alma, e cuida do bem estar das pessoas, e não esteve e não está preocupado com sua imagem, por isto se submeteu à morte de cruz e a exposição de sua nudez.
* Porque Jesus não foi um grande empresário, um agricultor ou um pastor de ovelhas, um militar, um cientista famoso. Mas um carpinteiro o jovem Jesus teve a humildade de trabalhar com as armas que o levaria ao sofrimento e a angustia e nunca correu delas. Sempre trabalhou com madeiras e pregos, deve ter sido advertido por José várias vezes cuidado com este martelo e com os pregos, quantas vezes devia tirar de suas mãos as farpas das madeiras...
* A Palavra crucificação vem do latim (Cruci – Figo = Cravado em uma cruz). 3 espécies de cruzes eram conhecidas pelos escritores antigos:

• A cruz Decussata ou de Stº André ( X ).
• A cruz Comissa era um ( T )
• A Cruz Imissa (Latina ou grega) esta foi a de Jesus.

Cada uma tinha um ritual diferenciado, a Imissa.

1. Após ser proferida sentença o condenado tinha que ser chicoteado com o flagelum um chicote com língua de couro com metal nas pontas.
2. A sentença vexatória era pendurada no pescoço ou levada por um arauto.
3. Era autorizado que o condenado tomasse vinho com mirra que era dado pelas mulheres que conheciam a palavra de misericórdia.
4. Era impossível que um ser humano suportasse duas flagelações seguidas.
5. Primeiro a mão direita e depois a esquerda e posteriormente os pés. É forma de morte mais angustiante até agora estudada pela medicina.

* Por causa das nossas transgressões e nossas iniqüidades o réu Jesus Cristo:

1. Estava em menos de 12 horas mutilado pelas pancadas que recebeu.
2. Foi coroado com uma coroa de espinhos gerando dezenas de pontos hemorrágicos em sua cabeça.
3. Suas costas toda aberta pelos açoites.
4. Olhos inchados pela quantidade de bofetadas no rosto, e Ele que curou vários cegos agora não podia quase enxergar.

Os números aparecem na crucificação de Jesus;
Geometria Bíblica com significados incontestáveis.

• 4 Provação 6 o Número imperfeito para homem...
• 4. Tempo de luta e provação:

Jesus passou por 4 julgamentos injustos começava sua provação. Vamos contar juntos:

• Na presença de Anãs – 1
• Na presença de Caifás – 2
• Na presença de Pilatos – 3
• Na presença de Herodes Antipas - 4

* Em cada lugar que era julgado era provado com as maiores humilhações longe das pessoas que o amava.
* Enquanto era provado e humilhado publicamente por amor a nossas vidas Ele não abriu sua boca...

* 6 Número do homem, imperfeito besta 666...
* Jesus homem, sendo submisso obediente e humilhado, 6 caminhadas obrigadas por conta de nossos pecados na qualidade de criminoso em nosso lugar.

• Do jardim do Getsêmani à casa de Anãs (1).
• Da casa de Anãs à casa de Caifás. (2)
• Da casa de Caifás à casa de Pilatos (3)
• Da casa de Pilatos à casa de Herodes (4)
• Da casa de Herodes volta à casa de Pilatos (5)
• Da casa de Pilatos ao Calvário (6) encerra...

• Jesus o mestre do amor chega ao Calvário às 9h da manhã. Ao gólgota Lugar da caveira, lugar feio e apavorante tinha cheiro de morte e angustia.
• A multidão estava apavorada com as cenas, Jesus estava exausto e profundamente fadigado.
• O calvário era tão apavorante que ficava fora da cidade.

• Jesus foi crucificado às 9h da manhã e morreu às 3h da tarde. Para entendermos isto precisamos dividir seu tempo em duas partes de 3h.
• O Número 3 na Bíblia é amor Ágape, amor verdadeiro que não falha. Duas vezes amor verdadeiro pela raça humana, por sua vida, isto quer dizer que se Ele sofreu a primeira vez e o faria a segunda se fosse necessário.
• A técnica da crucificação foi aprendida pelos Romanos com os Gregos e os Gregos com os Fenícios.
• Era oferecida uma bebida aos condenados (Vinho misturado com Fel e Mirra) era um tipo de anestésico que colocava a vítima inconsciente tamanha era a dor.
• Jesus não bebeu, não quis perder sua consciência nem ser anestesiado desejou viver cada momento de sua dor e martírio para nos salvar.
• As reações instintivas dominavam o condenado antes de ser pregado na cruz.
• Por causa da dor imposta pela crucificação ninguém recusava a bebida anestésica, e todos lutavam e gritavam antes de nela cravado. O primeiro deve ter feito força ao extremo, mas como uma criança era dominado pelos soldados.

• Aquele momento foi as 6 horas mais importantes da história da humanidade.
• Durante sua vida Jesus nos deixou perplexos, durante sua morte nos deixou atônitos.
• Livre discursou palavras que não cabiam no imaginário humano, crucificado proferiu palavras que não cabem no dicionário dos mais nobre humanistas, e não podem ser entendidas e nem analisadas pelos sábios psicólogos.
• Ele foi crucificado à 3ª hora do dia (3 Amor verdadeiro, porque não 12h, 8h) Porque era um gesto de amor verdadeiro por você...

• Nas primeiras 3h da crucificação (Amor) 4 Frases foram ditas simbolizando (4) tempo de provação, mas prevaleceu o Amor, as 3 primeira frases não pensou em si mesmo mas no seu próximo;

A. 4 Frases proferidas nas 3 primeiras horas dor.
1ª (frase) Pai perdoa-os por que não sabem o que fazem.

* Jesus enxerga os homens alem das cortinas de seus comportamentos.
* Os mais sociáveis dos homens perdem a gentileza no momento do cansaço e do stress, mas com Jesus foi diferente. Por isto não poderia ficar fora de si na Cruz o diabo ficou irado com o meu Jesus.

2ª (Frase) Ainda Hoje estarás comigo no Paraíso.

* Consolando um ladrão e fazendo uma promessa a um ladrão que ao seu lado estava crucificado.
* Nos consola e nos faz uma promessa mediante nosso arrependimento mesmo estando agonizando na cruz.

3ª (frase) Mulher eis aí teu filho.

* Consolava aquela que foi usada por Deus para gerar em seu ventre o salvador da humanidade.
* Mulher expressão de carinho e consolo, alto respeito no meio dos Judeus.
* Queria dizer eu te amo, mas sabes quem eu sou, foi para isto que vim.
* Mesmo na cruz consola os que choram.

4ª (frase) Consolando a João disse: “Eis aí sua mãe”.

* Te ofereço o amor de mãe, seja por ela amado.
* Eu te considero como meu irmão ao ponto de dizer que és filho amado também.

Depois de demonstrar amor pelos outros antes de pensar em si, Jesus agora se volta para ele mesmo, mas somente depois de manifestar seu amor pelos outros.

As 3 Ultimas horas e mais 4 frases. (provação)

1ª Frase: Deus meu, Deus meu porque me desamparastes.

* Neste momento depois de olhar por todos...

2ª Frase: “Tenho sede...

* Demonstrando sua condição humana e natural.
* Temos tantas coisas ao nosso redor tão simples que só valorizamos quando perdemos.

3ª Frase: Está consumado

* Fiz o que deveria ter feito. Pronto o diabo está derrotado e os homens estão salvos, resgatados.
* Comprados novamente por um preciso sangue.

4ª Frase: Pai a Ti entrego meu Espírito

* Reconhece neste ato e nos ensina que o Pai tem o controle de todas coisas.
* Que tudo que o Pai começa termina.
* E que nós também depois de tudo iremos ao Pai, mas se fizermos como Ele nos orienta.

Jesus vendeu e é nosso modelo.

A. Venceu a ansiedade como a nenhum psicólogo.
B. Venceu a depressão como a nenhum psiquiatra.
C. Venceu os desafios da vida como a nenhum empresário.
D. Venceu o orgulho e alto suficiência como a nenhum educador.

E a História se dividiu... Antes dEle e depois dEle.
Nunca desista de caminhar com Jesus Ele venceu...Está vivo

A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS

A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS
A paixão de Cristo, a partir de um ponto de vista médico
De repente, eu percebi que eu tinha tornado a crucificação de Jesus mais ou menos sem valor, durante estes anos, que havia crescido calos em meu coração sobre este horror, por tratar seus detalhes de forma tão familiar – e pela amizade distante que eu tinha com Ele. Isto finalmente aconteceu comigo quando, como médico, eu não sabia o que verdadeiramente ocasionou a morte imediata. Os escritores do evangelho não nos ajudam muito com este ponto, porque a crucificação era tão comum naquele tempo que, sem dúvida, acharam que qualquer detalhe seria desnecessário.
Eu estudei a prática da crucificação, que é a tortura e execução de alguém fixando-o na cruz.
A coluna vertical era geralmente fixada ao solo, onde seria a execução, e o réu era forçado a carregar o poste horizontal, pesando aproximadamente 55 quilos, da prisão até o lugar da execução.
EXPLICAÇÃO
A paixão física de Jesus começou no Getsêmani. Em Lucas diz: "E estando em agonia, Ele orou. E Seu suor tornou-se em gotas de sangue, escorrendo pelo chão."
Todos os estudos têm sido usados por escolas modernas para explicarem esta fase, aparentemente debaixo da impressão que isto não pode acontecer.
No entanto, pode-se conseguir muito consultando a literatura médica. Apesar de muito raro, o fenômeno de suor de sangue é bem documentado. Debaixo de um stress emocional, finos capilares nas glândulas sudoríparas podem se romper, misturando assim o sangue com o suor. Este processo causa fraqueza e choque. Atenção médica é necessária para prevenir hipotermia.
Após a prisão no meio da noite, Jesus foi trazido ao Sumo sacerdote, onde sofreu o primeiro trauma físico. Jesus foi esbofeteado na face por um soldado, por manter-se em silêncio ao ser interrogado por Caifás. Os soldados do palácio tamparam seus olhos e caçoaram d’Ele, pedindo para que identificasse quem O estava batendo, e esbofeteavam a Sua face.
De manhã cedo, Jesus, surrado e com hematomas, desidratado, e exausto por não dormir, foi levado a Jerusalém para ser chicoteado e então crucificado.
Os preparativos para as chicotadas são feitos: o prisioneiro é despido de Suas roupas, e Suas mãos amarradas a um poste, a cima de Sua cabeça. É duvidoso se os Romanos seguiram as leis judaicas quanto as chibatadas. Os judeus tinham lei antiga que proibia mais de 40 (quarenta) chibatadas. Os fariseus, para terem certeza que esta lei não seria desobedecida, ordenava apenas 39 chibatadas para que não houvesse erro na contagem.
CHICOTE DUPLO
O soldado romano dá um passo a frente com um chicote com várias pesadas tiras de couro com 2 (duas) pequenas bolas de chumbo amarradas nas pontas de cada tira.
O pesado chicote é batido com toda força contra os ombros, costas e pernas de Jesus. Primeiramente as pesadas tiras de couro cortam apenas a pele. Então, conforme as chibatadas continuam, elas cortam os tecido debaixo da pele, rompendo os capilares e veias da pele, causando marcas de sangue, e finalmente, hemorragia arterial de vasos da musculatura. As pequenas bolas de chumbo primeiramente produzem grandes, profundos hematomas, que se rompem com as subseqüentes chibatadas. Finalmente, a pele das costas está pendurada em tiras e toda a área está uma irreconhecível massa de tecido ensangüentado. Quando é determinado, pelo centurião responsável, que o prisioneiro está à beira da morte, então o espancamento é encerrado.
Então, Jesus é desamarrado, e Lhe é permitido deitar-se no pavimento de pedra, molhado com Seu próprio sangue. Os soldados romanos vêm uma grande piada neste Judeu, que clamava ser o Rei. Eles atiram um manto sobre os Seus ombros e colocam um pau em Suas mãos, como um cetro. Eles ainda precisam de uma coroa para completar a cena. Um pequeno galho flexível, recoberto de longos espinhos é enrolado em forma de uma coroa e pressionado sobre Sua cabeça. Novamente, há uma intensa hemorragia (o escalpo é uma das regiões mais irrigadas do nosso corpo). Após caçoarem d’Ele, e baterem em Sua face, tiram o pau de Suas mãos e batem em Sua cabeça, fazendo com que os espinhos se aprofundem em Seu escalpo. Finalmente, cansado de seu sádico esporte, o manto é retirado de Suas costas. O manto, por sua vez, já havia se aderido ao sangue e grudado, nas feridas, justo como em uma descuidada remoção de uma bandagem cirúrgica, causa dor cruciante...quase como se estivesse apanhando outra vez – e as feridas, começam a sangrar outra vez.
A pesada barra horizontal da cruz á amarrada sobre Seus ombros, e a procissão do Cristo condenado, dois ladrões e os detalhes da execução dos soldados romanos, encabeçada por um centurião, começa a vagarosa jornada até o Gólgota. Apesar do esforço de andar ereto, o peso da madeira somado ao choque produzido pela grande perda de sangue, é muito para Ele. Ele tropeça e cai. Lascas da madeira entram na pele dilacerada e nos músculos de Seus ombros. Ele tenta se levantar, mas os músculos humanos já não suportam mais. O centurião, ansioso para a crucificação, escolhe um norte-africano, Simão, para carregar a cruz. Jesus segue ainda sangrando, suando frio e com choques. A jornada é então completada. O prisioneiro é despido – exceto por um pedaço de pano que era permitido aos judeus.
A crucificação começa: a Jesus é oferecido vinho com mirra, uma mistura para aliviar a dor. Jesus se recusa a beber. Simão é ordenado a colocar a barra no chão e Jesus é rapidamente jogado de costas, com Seus ombros contra a madeira. Os soldados procuram a depressão entre os osso de Seu pulso. Ele dirige um pesado, quadrado prego de ferro, através de Seu pulso para dentro da madeira. Rapidamente ele se move para outro lado e repete a mesma ação, tomando o cuidado de não pregar muito apertado, para possibilitar alguma flexão e movimento. A barra da cruz é então levantada, e sobre o topo, a inscrição onde se lê: "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus", é pregada.
O pé direito é pressionado contra o pé esquerdo, e com os pés esticados, os dedos para baixo, um prego é martelado atravessando os pés, deixando os joelhos levemente flexionados. A Vítima está agora crucificada. À medida que Ele se abaixa, com o peso maior sobre os pregos dos pulsos, cruciante e terrível dor passa pelos dedos e braços, explodindo no cérebro – os pregos dos pulsos comprimem os nervos médicos. Conforme Ele se empurra para cima, a fim de aliviar o peso e a dor, Ele descarrega todo o Seu peso sobre o prego em Seus pés. Outra vez, desencadeia a agonia do prego colocado entre os metatarsos se Seus pés.
EXPLICAÇÃO
Neste ponto, outro fenômeno ocorre. Enquanto os braços se cansam, grande ondas de cãibras percorrem Seus músculos, causando intensa dor. Com estas cãibras, vem a inabilidade de empurrar – Se para cima, Pendurado por Seus braços, os músculos peitorais ficam paralisados, e o músculos intercostais incapazes de agir. O ar pode ser aspirado para os pulmões, mas não pode ser expirado. Jesus luta para se levantar a fim de tomar fôlego. Finalmente, dióxido de carbono é retido nos pulmões e no sangue, e as cãibras diminuem. Esporadicamente, Ele é capaz de se levantar e expirar e inspirar o oxigênio vital. Sem dúvida, foi durante este período que Jesus consegui falar as sentenças registradas:
Jesus olhando para os soldados romanos, lançando sorte sobre Suas vestes, "Pai, perdoa-os, pois eles não sabem o que fazem."
Em Lucas 23:34 a forma do verbo no presente continuo indica que Ele continuou dizendo isto. Ao lado do ladrão, Jesus disse: "Hoje você estará comigo no Paraíso."
Jesus disse, olhando para baixo ao atemorizado e quebrantado adolescente João, " eis a Sua mãe" e olhando para Maria, Sua mãe disse: "eis aí o seu filho".
O próximo clamor veio do início do Salmo 22, "Meu Deus, meu Deus, por que me desamparaste?
Horas desta dor limitante, ciclos de contorção, caibras nas juntas, asfixia parcial intermitente, intensa dor por causa da lascas enfiadas nos tecidos de Suas costas dilaceradas, conforme Ele se levanta contra o poste de crus. Então outra dor de agonia começa. Uma profunda dor no peito, enquanto seu pericárdio se enche de um líquido que comprime o coração.
Agora está quase acabado – a perda de líquidos dos tecidos atinge um nível crítico – o coração comprimido se esforça para bombear o sangue grosso e pesado aos tecidos – os pulmões torturados tentam tomar pequenos golpes de ar. Os tecidos, marcados pela desidratação, mandam estímulos para o cérebro.
Jesus suspira de sede. Uma esponja embebida em vinagre, vinho azedo, o qual era o resto da bebida dos soldados romanos, é levantada aos Seus lábios. Ele, aparentemente, não toma este líquido. O corpo de Jesus chega ao extremo, e Ele pode sentir o calafrio da morte passando sobre Seu corpo. Este acontecimento traz as Suas próximas palavras – provavelmente, um pouco mais que um suspiro de tortura.
"ESTÁ CONSUMADO"
Sua missão de sacrifício está completa. Finalmente, Ele permite o Seu corpo morrer.
Com uma última força, Ele mais uma vez pressiona o Seu peso sobre os pés contra o prego, estica as Suas pernas e toma profundo fôlego e grita Seu último clamor: "PAI, EM TUAS MÃOS ENTREGO O MEU ESPÍRITO"
Por causa da Páscoa, a tradição dizia que o réis ainda vivos, deveriam ser retirados da cruz e quebradas as suas pernas. No caso de Jesus isto era desnecessário.
CONCLUSÃO
Aparentemente, para ter certeza da morte, um soldado traspassou sua lança entre o quinto espaço entre as costelas, enfiado para cima em direção ao pericárdio, até o coração. O verso 34 do capítulo 19 do evangelho de João diz: " E imediatamente verteu sangue e água." Isto era escape de fluido do saco que recobre o coração, e o sangue do interior do coração. Nós, portanto, concluímos que nosso Senhor morreu, não de asfixia, mas de um enfarte de coração, causado por choque e constrição do coração por fluidos no pericárdio.
A SENTENÇA DE CRISTO
Cópia autêntica da Peça do Processo de Cristo, existente no Museu da Espanha
No ano dezenove de TIBERIO CÉSAR, Imperador Romano de todo o mundo, Monarca Invencível, na Olimpíada cento e vinte e um, e na Elíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o número e cômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete, do progênio, do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do cativeiro de Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da Judéia; QUINTO SÉRGIO, sob o regimento e governador da cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, PÔNCIO PILATOS; regente, na baixa Galiléia, HERODES ANTIPRAS; pontífice do sumo sacerdote, CAIFÁS; magnos do templo, ALIS ALMAEL, ROBAS ACASEL, FRANCHINO CEUTAURO; cônsules romanos da cidade de Jerusalém; QUINTO CORNÉLIO SUBLIME e SIXTO RUSTO, no mês de março e dia XXV do ano presente – EU, PÔNCIO PILATOS, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arqui-residência, julgo, condeno e sentencio à morte, Jesus, chamado pela plebe – CRISTO NAZARENO – e galileu de nação, homem, sedicioso, contra a Lei Mosaica – contrário ao grande Imperador TIBÉRO CÉSAR. Determino e ordeno por esta, que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de DEUS e REI DE ISRAEL, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do sacro Templo, negando o tributo a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém. Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz aos ombros para que sirva de exemplo a todos os malfeitores, e que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje ANTONIANA, e que se conduza JESUS ao monte público da Justiça, chamado CALVÁRIO, onde, crucificado e morto ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para todos os malfeitores, e que sobre a cruz se ponha, em diversas línguas, este título: JESUS NAZARENUS, REX JUDEORUM. Mando, também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a Justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano. Testemunhas da nossa sentença: Pelas doze tribos de Israel:

A crucificação de Jesus

A crucificação de Jesus
Entre os fatos narrados na bíblia, nenhum tem maior valor diante de Deus e para os homens que a crucificação de Jesus. Este desígnio divino começou a ser anunciado em Gen. 3.15: "E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar". Este texto fala da crucificação e derrota de satanás. No decorrer do tempo bíblico, Deus sempre acenou para o sacrifício do calvário: Abraão colocando Isaque para ser imolado, Moisés e a serpente de bronze fixada em uma haste no deserto, a narrativa de Isaias 53, e em muitas outras ocasiões. O motivo de tantas tipificações se deve ao fato de que a libertação da nossa natureza de pecado, só é possível quando cremos no sacrifício verdadeiro, manifestado graciosamente na morte do Cordeiro de Deus, por isso, Paulo lança este brado de vitória diante do inimigo: "Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória".II Cor 15.55.

Cruz: o caminho percorrido por Jesus no cumprimento da sua missão.

Jesus foi enviado por Deus para promover a restauração do homem marcado pelo pecado e incapaz de libertar-se. O Filho de Deus assumiu a forma de homem: "Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens", Fil. 2:7. Contrariando aqueles que esperavam um libertador político, Jesus tomou o caminho da cruz; caminho de afronta, perseguição e escândalo.

O significado da cruz no mundo romano.

A crucificação era uma punição reservada a escravos rebeldes e aos que se opunham ao domínio romano. As torturas que os condenados sofriam eram enormes. Eram desnudados, flagelados, ofendidos e carregavam a própria cruz. Ficavam suspensos a dois ou três metros do chão. Alguns agonizavam vários dias.

Para os gregos, seus deuses estavam sempre no poder. Para eles era inimaginável um Salvador crucificado em face da desonra que a cruz implicava. Jesus foi levado à crucificação, por ter tomado atitudes entendidas como contrárias à autoridade reinante. Segundo o escritor Mackenzie, Jesus foi crucificado em uma cruz inmissa (cruz com duas madeiras cruzadas na parte superior) devido à inscrição colocada acima de sua cabeça.

Contexto e ambiente da Palestina nos tempos de Jesus.

Os romanos tomaram a Palestina no ano 64 A.C. Como era costume, nomearam um governante nativo, e o escolhido foi Herodes o Grande. Jesus nasceu durante seu governo. A dominação romana era humilhante para os judeus. Pagava-se pesados tributos e havia grande revolta. Em razão das altas taxas de impostos, as dívidas se acumulavam, havendo escravos que por não conseguirem pagar suas dívidas, vendiam mulher e filhos para quitá-las. Não bastasse a miséria, mendicância e prostituição existentes, também sofriam diante dos escribas e fariseus, pois, julgavam ser a pobreza, uma maldição divina. Jesus, entretanto, declarou: "O filho do homem não tem onde recostar a cabeça", Lucas, p.58. Esta situação faz parte da completa identificação de Jesus com o homem.

Quanto à religiosidade: havia vários movimentos.



Os fariseus: se consideravam separados e santos. Apegados à tradição e à lei, criam que o seu cumprimento lhes davam recompensas no reino de Deus.
Os Essênios: buscavam a perfeição e viviam separados nos acampamentos do deserto.Usavam a Lei e esperavam o Messias que os libertassem.
Os Saduceus: preservavam as mais antigas tradições judaicas e prestavam serviços aos romanos, em troca de vantagens. Criam não haver vida após a morte, portanto, buscavam a felicidade neste mundo. Sendo sacerdotes, eram responsáveis pela administração do templo.

O templo de Jerusalém ocupava cerca de vinte mil funcionários os quais exerciam funções religiosas, administrativas, educacionais e jurídicas. As normas estabelecidas para o julgamento de pessoas consideradas impuras eram extremamente rígidas. O perdão divino nunca estava ao alcance dos pobres; somente os abastados podiam obtê-lo, pois, as taxas de tributação eram altas para que os funcionários e as elites sacerdotais pudessem ser mantidas. Esta situação sócio-politica e religiosa ensejou o aparecimento de movimentos libertários, como os Zelotes (o qual tinha Pedro como participante) e os Sicários, identificados como bandidos pelos romanos.

Significados teológicos da cruz de Cristo

A ênfase Paulina sobre a importância da cruz evidencia seu desejo de revelar que a morte de Jesus foi decisiva para a salvação do homem. Paulo combatia os falsos obreiros com a mensagem da cruz: "Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão", Fil.3.2. Eles não aceitavam um messias condenado à cruz. Leonardo Boff declara que os judeus não criam que o texto de Isaias 53 é o relato da morte do Messias. Imaginavam que a referência era ao exílio de Israel. A cruz era tanto para o judeu como para o romano, fracasso e escândalo, mas, na verdade ela significa: reconciliação. "E, pela cruz, reconcilia ambos com Deus em um corpo, matando com ele as inimizades". Ef. 2.16, paz: "E que, havendo feito por ele a paz pelo sangue da sua cruz... Cl. 1.20, abolição da condenação:"Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus". Rom 8.1. A cruz é símbolo de auto-esvaziamento e dependência do Espírito Santo.

Para nos salvar, Jesus passou pela Kénose, esvaziando-se da sua humanidade, para assim, se contrapor ao desejo de vanglória, como o existente na comunidade de Felipos.(Fil.2.3 e 4) e também assumiu a condição de homem, porém, diferente de Adão que quis ser como Deus. Aqui vemos mais uma demonstração de antagonismo de Jesus em relação ao homem natural. Hoje, os homens buscam obter as condições que lhes permitam viver no melhor de suas potencialidades, objetivando serem senhores de seus atos, na procura incessante da glória e do reconhecimento público. De outro modo, o nosso Senhor Divino buscou o esvaziamento voluntário de sua condição de Deus para alcançar o homem em sua miséria. Enquanto Adão pretendeu ser Deus, Jesus deixou a condição de Deus para alcançar o homem, tomando o caminho da cruz. A condição do homem sem Deus é de arrogância e precisa ser esvaziado de sua glória, de seus preconceitos, idéias próprias e assim, ser revestido de vida vinda do Senhor Jesus.

Para iniciar seu ministério, Jesus foi revestido de autoridade pelo espírito Santo: "O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados de coração", Lc. 4.18. O seu ministério, portando, foi realizado na condição de dependente do Espírito Santo. Renunciou seus poderes divinos para compartilhar plenamente da condição humana. Ao contrário dos Saduceus que perseguiam o poder, Jesus abdicou de tudo para se identificar com o homem e viver na dependência do Espírito santo. O caminho da cruz caracteriza-se pela dependência total e absoluta da capacidade que procede de Deus.

Cruz: identificação com marginalizados e oprimidos.

Em Fil 2.7b encontramos a expressão: "forma de escravo". Ao assumir esta forma Jesus se identifica com os miseráveis daquela época. Deixando a posição de senhor (Kyrios) para ser escravo (doulos). A melhor tradução é escravo e não servo, como se observa em algumas versões.A crucificação era denominada dento do império romano, como servile supplicium, ou seja, suplício infringido ao escravo. A crucificação foi o preço pago por Jesus ao assumir a função de escravo, servidor da coletividade.

Jesus começa a palmilhar o caminho da cruz desde o seu nascimento, dando atenção às pessoas que viviam à margem da sociedade, excluídas a exemplo de Raabe. A maior parte do ministério de Jesus se deu na galiléia, uma região desprezada, demonstrando seu amor aos rejeitados: "E Jesus tendo ouvido isso, disse-lhes: os sãos não precisam de médicos, mas sim os que estão doentes; eu não vim chamar justos, mas sim os pecadores", Mc 2.17.

O Senhor Jesus no caminho da cruz experimentou isolamento, perseguição, incompreensão e difamação. Solidarizou-se com os fracos, marginalizados, oprimidos, doentes, famintos, perdidos e pecadores, e o mais terrível: experimenta a plena realidade do homem distante de Deus: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Mar. 15.34. Aquele que crê na sua morte e ressurreição juntamente com Cristo, vai também passar pelo isolamento dos amigos e parentes e sofrer incompreensão. Será difamado por sua fé, pois, ao negar a si mesmo e tomar o caminho da cruz, dia a dia, terá somente no Senhor o descanso durante a caminhada neste mundo.

Cruz: obediência incondicional á vontade do Pai.

Ainda em Fil 2.8b temos a expressão: tornando-se obediente até a morte. O paralelo com Isaias 53 é inevitável, pois, conforme o verso 7 a ovelha foi levada ao matadouro. Cristo em sua vida encarnada foi obediente ao Pai até a morte.Ele não se pertenceu, não buscou sua satisfação, mas somente agradar o Pai. Sua obediência à vontade do Pai não foi imposta, mas, voluntária. Toda esta obediência foi necessária para cumprir sua missão de libertar aqueles com os quais se identificou em seu esvaziamento. Para os que foram levados á morte pelo corpo de Cristo, há vida de obediência a Deus, pois Cristo em nós é a condição para obedecer.

Importante ressaltar que Jesus poderia optar por não obedecer e teve que aprender obediência no dia a dia, dependendo do Pai. Ele sofreu tentações para desviar-se do caminho da cruz, especialmente no deserto e também quando Pedro tenta convencê-lo a não ir para a cruz (Mt 16. 22-23). Experimentou o abandono de seus seguidores, pois sabia que sua obediência de morrer na cruz era o único caminho para libertar a homem e reconciliá-lo com Deus. "Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação". 2 Co 5.19.

A exaltação do filho.

Examinando a expressão: "por isso Deus o exaltou sobremaneira" (Fil 2. 9b) vemos que o Pai toma a iniciativa de exaltar seu filho em face de sua completa obediência e verdadeira humildade. Ao ressuscitar seu filho, Deus mostra que viver pela verdade e justiça não é algo sem sentido, e que há uma chance ao oprimido, através da morte e ressurreição de Jesus. Por ele toda a humanidade pode ter acesso ao Pai. Ainda neste versículo temos a expressão: "e lhe deu um nome que é sobre todo nome". Havia uma pratica antiga de se atribuir nomes às pessoas que obtinham vitórias importantes ou que passavam por grandes crises em suas vidas. Deus ao conceder a Jesus o seu próprio nome (Iahweh= Kyrios, Senhor) concedeu-lhe igualmente, todo o seu poder e glória.

A seguir, (Fil. 2.10) lemos: "para que ao nome de Jesus", indicando assim o senhorio de Cristo não só na igreja, mas, em todo o cosmos. Gnilka afirma: "Deu-se uma mudança muito grande na soberania do cosmos. Aquele que fora obediente agora é exaltado assumindo a posição de Senhor do mundo". Cabe ressaltar que a expressão corporal de dobrar os joelhos perante alguém, conforme vimos na continuação do versículo 10, é muito significativa no mundo antigo, por simbolizar rendição total e submissão incontestável àquele perante o qual se ajoelha. A expressão "nos céus, na terra e de baixo da terra", deixa claro que a obra de Cristo é válida para toda criação, animada e inanimada.

Sintetizando estas considerações, o versículo 11 nos diz: "e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor". A ação remidora de Cristo, operante em escala universal, produzirá uma voluntária e espontânea profissão de fé. Pronunciar as palavras de filipenses significa expressar nossa libertação recebida pela graça. Por ela somos capacitados a viver no mundo que está sendo criado, do qual Cristo é o "Rei dos Reis e Senhor dos Senhores" Ap 19.16. Ao final do versículo 11 lê-se "para a glória de Deus Pai". O culto prestado a Jesus tinha como fim ultimo, a adoração a Deus Pai. A soberania de Cristo não compete com a do Pai. Esta afirmação é relevante no contexto de Filipos, onde algumas pessoas buscavam a glória e a exaltação (Fp 2.3-4).

A inter-relação teológica entre a cruz e a ressurreição.

Um grande desafio teológico para a igreja primitiva, foi conciliar a morte indigente de Jesus na cruz com a sua ressurreição em glória, posto que ambos os fatos têm a mesma origem, ou seja, o próprio Deus. Os judeus argumentavam baseados em Deut. 21.23: "Porquanto o que foi pendurado no madeiro é maldito de Deus". Todavia Paulo Declara em Gal. 3.13 que "Cristo nos resgatou da maldição da lei fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar..." É importante dizer que a ressurreição torna sublime o significado da cruz. A grandeza da ressurreição é proporcional à da cruz. A glória da ressurreição está condicionada à baixeza terrena. É a ressurreição que torna a libertação oferecida por Cristo, plena, absoluta e universal, inaugurando um tipo de vida humana, não mais regida pelos mecanismos da opressão e morte, mas, vivificada pela própria vida divina. A cruz e a ressurreição de Cristo são a nossa justificação, regeneração e ressurreição (Rom 4-6).

Significado antropológico da ressurreição de Jesus.

Jesus ressurreto, portanto, é o representante legítimo da nova humanidade. Paradigma do novo homem recriado por Deus e referencial que aponta o lugar para onde Deus quer conduzir a história do homem e de toda a criação. Paulo diz que Cristo é o primogênito da nova criação e que Deus nos predestinou para "sermos conformes à imagem de seu filho"(Rm 8:28). A morte e a ressurreição de Cristo é a possibilidade do crente redimido cumprir a vocação do imago dei na perspectiva de Cristológica.

O Pai validou a obra do filho mediante a ressurreição, assim, os apóstolos tiveram não somente o nascimento e a legitimação de sua fé, mas, a convicção plena de que Deus não queria que a obra iniciada por Jesus fosse paralisada. Esta obra completa, realizada no sacrifício de morte e ressurreição de Cristo, teve como objetivo, a morte e ressurreição do homem juntamente com ele, sendo, pela graça, liberto de sua vida pecaminosa, para viver em comunhão com Jesus Cristo. Não uma vida religiosa segundo as tradições da Igreja, mas, segundo a direção da nova vida que é: Cristo em nós a esperança da glória. Peça a Deus que lhe conceda revelação sobre sua inclusão neste sacrifício remidor.

Finalizamos com a afirmação do Pastor Glenio Fonseca Paranaguá, um ardoroso pregador da morte e ressurreição de Cristo e nossa juntamente com Ele: "A grande necessidade da igreja contemporânea é uma pregação centralizada na suficiência de Cristo e na eficiência da cruz. Não podemos nos distrair daquilo que é prioritário aos olhos de Deus. Se nossa pregação não enfatizar a totalidade da obra de Cristo crucificado estamos fora do foco bíblico

Billy Graham


Índice [esconder]
1 Biografia
1.1 Infância e juventude
1.2 Família
1.3 Ministério
1.4 Vida empresarial
1.5 Cruzadas
1.5.1 Lugares onde ocorreram as Cruzadas
1.6 Política
1.7 Funerais de estado
1.8 Polêmicas
1.9 Doença
1.10 Medalhas e honras
2 Referências

NAO PERCA A ESPERANCA

"Como contristados, mas sempre alegres, como pobres, mas enriquecendo a muitos, como nada tendo e possuindo tudo". II Cor 6: 10 Não raras vezes, somos impactados por surpresas desagradáveis; algumasaté com tamanha força, que nos derrubam, destruindo e esfacelando nossossonhos, alegrias e esperanças. São bombas de efeito moral, que abalam toda anossa estrutura emocional. Não nos damos conta de que esta força negativa,vai perfurando nossa alma, poluindo nossa mente e destruindo nossasresistências. Aí, então, é preciso forças para nos levantarmos dos escombros, ecomeçarmos a juntar os pedaços que restaram, ocupando os espaços possíveis,segurarando cada mão estendida, ainda estendida, e assim, vivermos outravez, olhando para a frente, com ânsia de vitória. Em outras ocasiões, quando tudo parece muito bem, somos tomados por umcerto desencanto em relação à vida, às pessoas ao nosso redor. É umadesmotivação geral, que contamina nossa existência. Olhamos ao redor e nadanos alegra o coração - tudo parece perder o brilho aos nossos olhos. Mas que nunca, é preciso conhecermos uma outra força; desta feita,libertadora, impulsionadora para a vida, liberadora de uma energia vital,positiva, que nos faça vitoriosos, criando motivação dentro de cada um denós. Pergunta-se, então: De onde virá essa força? Muitas vezes, nos encontramos sob o impacto de perdas inesperadas e nosperguntamos: Como conviver com isso? É a perda de um emprego estável, umluto, o fim de um relacionamento significativo, uma separação conjugal;enfim, algo difícil com o qual teremos que conviver! Mais que nunca épreciso forças para não ficarmos prostrados; para levantarmos a cabeça econvivermos com dificuldades, aceitando o desafio para uma nova vida, querenasça dos escombros. De onde então, nos virá essa força? Toda força que está no homem é limitada por sua própria humanidade.Todavia, há uma força sobrenatural, que está além de todos nós. É a força dafé. Ela nos ajudará a que enfrentemos os obstáculos inesperados, asfatalidades e os desencantos da vida. Somente a fé nos faz suportar o insuportável, tolerar o intolerável evencer o invencível. A fé tem o poder de nos levantar dos escombros de ondecaímos. É a força que nos faz dizer: "Tudo posso Naquele que me fortalece",pois Ele é Pai, Amigo e Ajudador. Quando alguém, ao perceber você feliz, superando obstáculos, sonhandooutra vez, perguntar: de onde veio esta sua força? Simplesmente responda: deDeus! Ele está em mim e me garante vitória sobre toda a minha fraqueza. Eleme tirou dos escombros! Por isso, nenhuma força neste mundo é tão grandecomo o nosso Deus!

Deus quer curar voce

"um leproso aproximou-se dele e suplicou-lhe de joelhos: "se quiseres, podes purificar-me!!"; cheio de compaixao, Jesus estendeu a mao, tocou nele e disse: "quero, seja purificado!!" - (marcos 1:40-41a)
"entao ele lhe disse: "filha, a sua fé a curou!!" - (marcos 5:34a)
bom dia, nao sei como esta a sua vida, mas Deus sabe de todas as coisas.....para Deus não há nada oculto, tudo é revelado à Ele, aqui o leproso pergunta a Jesus se Ele, Jesus quiser pode purifica-lo, assim com nossos pecados, aqueles pecados que temos em nosso oculto, aqueles pecados que cometemos em secreto, sim pecados em secreto, quando vamos para um motel fornicar, quando roubamos, quando mentimos, quando enganamos alguem, são tantos que nem vou mencionar, mas sao aqueles pecados que só voce e Deus sabem que voce cometeu........aqui Jesus quer te curar, te purificar destes pecados.......o leproso era alguem cheio de feridas pelo corpo, mas na biblia o "leproso" tambem é comparado a uma pessoa cheia de pecados, o leproso era uma pessoa que era horrivel de se ver, hoje em dia vemos meninas de 13 anos, 15 anos se prostituindo, e nao achamos horrivel, amados a 'prostituiçao" não é só aquela profissao, prostituição tambem é o ato de fazer sexo apenas por fazer, apenas pelo prazer da carne, hoje em dia estamos achando que é normal uma criança começar a sua vida sexual ativa com 13 ou 15 anos.....muitas meninas engravidam, outras acabam se perdendo em meio da drogas......mas sempre elas vao ter feridas na alma, tal qual a lepra daquele homem e só JESUS pode e quer purificar voce desta lepra, destes seus pecados. Creia pois é a palavra do Senhor, quero que seja purificado, é o desejo de Deus que todos sejam salvos, porem o proprio Deus sabe que nem todos serão salvos, porque os pecados, a lepra já tomou conta do seu corpo, e tem te afastado de Deus...tem te afastado de Jesus cristo.....e muita gente nao tem a mesma coragem daquele homem que se aproximou de jesus e pediu para ser purificado...e quem é marcado pela lepra, quem é marcado pelo pecado fica afastado do corpo de Cristo, estas pessoas normalmente nao querem a cura, nao querem ser purificados, nao querem buscar a Deus.... estas pessoas preferem viver segregadas com outras pessoas que tenham lepra ou seja com pessoas que vivem no mesmo pecado......preste atenção, os drogados, estao sempre juntos se drogando, os viciados em alcool estao sempre juntos bebendo, aqueles que se prostituem, estao sempre com pessoas que tambem se prostituem falando de sexo e vendo pornografias, aquelas pessoas que praticam a mentira estao sempre rodeadas de mentirosos, é como se cada um fosse uma tribo......mas hoje Deus quer te curar, Deus quer te purificar.
no segundo versiculo, temos a coragem de uma mulher que há muito sofria de uma enfermidade, enfermidade esta que tambem a fazia se manter afastada de todos......mas um dia ela teve coragem de ir de encontro a Jesus, pois ela sabia, ela cria que Jesus poderia cura-la, purifica-la.....e ela tocou nas vestes de Jesus, apenas tocou nas vestes por entre uma multidao, mesmo sabendo que esta multidao poderia mata-la,,,,,por estar no meio deles....porem Jesus sentiu o toque dela e disse, a tua fé a curou, mas voce esta ai no meio da multidao, no meio deste mundo sujo e podre, e tem vergonha, tem medo de se aproximar de Jesus, o que dirao meus amigos sobre mim??....aquele/a um/a aprontou de tudo agora quer se esconder atras da Biblia, se esconda mesmo, deixem falar, a Biblia é o nosso escudo, Deus é a nossa fortaleza.....tenha coragem voce tambem de buscar a Deus, de buscar a Jesus Cristo, Deus quer te curar, Deus quer te purificar.....a hora é esta, o dia é este....olhe para o ceu, veja que maravilha......Deus criou tudo só para nos agradar......nos dar um mimo.....e o que temos feito para Deus???....nos afastado de seus mandamentos, nos afastado se seus caminhos.....Pai, cura Senhor estas pessoas que precisam de cura, coloque no coração delas o desejo de te buscar, de te adorar.....purifica Senhor......em nome de Jesus Cristo.....
JESUS TE AMA......... Ele quer te curar, Ele quer te purificar......busque-O, Ele pode mudar a historia da sua vida, Deus pode e quer transformar suas derrotas em Vitorias......

O melhor amigo

Só observando !


O padre de uma igreja decidiu observar as pessoas que entravam para orar.
A porta se abriu e um homem de camisa esfarrapada adentrou pelo corredor central.


O homem se ajoelhou, inclinou a cabeça, levantou-se e foi embora.
Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena se repetia.
Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita.

A curiosidade do padre crescia e também o receio de que fosse um assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar o que fazia ali.

O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, num outro bairro da cidade e que se chamava Jim.



Disse que o almoço havia sido há meia hora atrás e que reservava o tempo restante para orar, que
ficava apenas alguns momentos porque a fábrica era longe dali.



E disse a oração que fazia:
'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'


O padre, um tanto aturdido, disse que ele seria sempre bem-vindo e que viesse à igreja sempre que desejasse.
'É hora de ir' - disse Jim sorrindo.
Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.


O padre ajoelhou-se diante do altar, de um modo como nunca havia feito antes.
Teve então, um lindo encontro com Jesus.
Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do velho homem...




'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'


Certo dia, o padre notou que Jim não havia aparecido.
Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado. Foi à fábrica perguntar por ele e descobriu que estava enfermo.
Durante a semana em que Jim esteve no hospital, a rotina da enfermaria mudou. Sua alegria era contagiante.


A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão simpático como Jim não recebia flores, telefonemas, cartões de amigos, parentes... Nada!


Ao encontrá-lo, o padre colocou-se ao lado de sua cama. Foi quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:

- Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar!!


Parecendo surpreso, o velho virou-se
para o padre e disse com um largo sorriso:
- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas desde que estou aqui, sempre ao meio-dia ELE VEM! Um querido amigo meu, que se senta bem junto a mim, Ele segura minha mão, inclina-se em minha direção e diz:




'Eu vim só pra lhe dizer quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos. Gosto de ouvir sua oração e penso em você todos os dias.
Agora sou eu quem o está observando... e cuidando! '

Jesus disse: 'Se vós tendes vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai.'


E se você não está envergonhado, passe essa mensagem adiante.
Jesus é sempre o melhor amigo.



SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO OBSERVADO (a)!

TENHA Uma otima semana...

Seja justo‏

Disse o Senhor a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de mim no meio dessa geração.
Gn 7:1

Pensamento
O Senhor procura corações justos, que não se deixam contaminar com as coisas que o mundo oferece. Muitos se deixam levar pelo modismo, por tudo aquilo que está em alta, principalmente pelo que é divulgado na mídia. Noé foi achado justo diante de sua geração, ele não se deixava levar por uma onda, que a própria sociedade criava. Não, antes ele meditava em tudo que aprendera de Deus. E quando Deus olhou para o mundo e o viu todo corrompido, não se esqueceu do justo Noé, e o convidou para entrar em Sua arca, em Sua proteção. Até hoje Deus procura corações iguais ao de Noé, que não se deixam levar pela influência do mundo, mas antes procuram conhecer mais de dEle, para andar num caminho de retidão e liberdade, para andar num caminho que leva para a vida eterna ao lado de Cristo.

Oração
Senhor, sei que sondas e esquadrinhas o meu coração. Dá-me, ó Deus, um coração puro, reto e justo, como o coração de Noé, para que quando olhares para mim, eu seja achado justo diante de Ti, e possa entrar na Tua arca, arca de aliança que me guarda e me leva para a eternidade ao teu lado, em nome de Jesus. Amém.

O TAPETINHO VERMELHO

Uma pobre mulher morava em uma humilde casinha com sua neta muito doente.

Como não tinha dinheiro sequer para levá-la a um médico, e vendo que, apesar de seus muitos cuidados e remédios com ervas, a pobre criança piorava a cada dia, resolveu iniciar a caminhada de 2 horas até a cidade próxima em busca de ajuda.

Chegando no único hospital público da região foi aconselhada a voltar pra casa e trazer a neta junto, para que esta fosse examinada.

Quando ia voltando, já desesperada por saber que sua neta não conseguia sequer levantar da cama, a senhora passou em frente a uma Igreja e como tinha muita fé em Deus, apesar de nunca ter entrado em uma Igreja, resolveu pedir ajuda.

Ao entrar, encontrou algumas senhoras ajoelhadas no chão fazendo orações.

As senhoras receberam a visitante e, após se inteirarem da história, a convidaram para se ajoelhar e orar pela criança. Após quase uma hora de fervorosas orações e pedidos de intercessão ao Pai, as senhoras já iam se levantando quando a mulher lhes disse:

- Eu também gostaria de fazer uma oração!!!

Vendo que se tratava de uma mulher de pouca cultura, as senhoras retrucaram:

- Não é necessário, com nossas orações, com certeza sua neta irá melhorar.

Ainda assim a senhora insistiu em orar, e começou.

-Deus, sou eu, olha, a minha neta está muito doente Deus, assim eu gostaria que você fosse lá curar ela Deus, você pega uma caneta que eu vou dizer onde fica.

As senhoras estranharam, mas continuaram ouvindo.

- Já está com a caneta Deus? você vai seguindo o caminho daqui de volta pra Belo Horizonte e quando passar o rio com a ponte você entra na segunda estradinha de barro, não vai errar tá?

A esta altura as senhoras já estavam se esforçando para não rir; mas ela continuou.

- Seguindo mais uns 20 minutinhos tem uma vendinha, entra na rua depois da mangueira que o meu barraquinho é o último da rua, pode ir entrando que não tem cachorro.

As senhoras começaram a se indignar com a situação, porém a senhora continuava a orar a sua maneira:

- Olha Deus, a porta tá trancada, mas a chave fica embaixo do tapetinho vermelho na entrada, o senhor pega a chave, entra e cura a minha netinha.

Mas olha só Deus, por favor, não esquece de colocar a chave de novo embaixo do tapetinho vermelho senão eu não consigo entrar quando chegar em casa...

A esta altura as senhoras interromperam aquela ultrajante situação dizendo que não era assim que se deveria orar, mas que ela poderia ir pra casa sossegada, pois elas eram pessoas de muita fé, e Deus, com certeza, iria ouvir as preces e curar a menina.

A mulher foi pra casa um pouco desconsolada, mas ao entrar em sua casinha sua neta veio correndo lhe receber.

- Minha neta, você está de pé, como é possível?

E a menina explicou:

- Eu ouvi um barulho na porta e pensei que era a senhora voltando, porém entrou um homem muito alto vestido de branco em meu quarto e mandou que eu levantasse, não sei como, eu simplesmente levantei.

E quase em prantos, a menina continuou.

- Depois ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha de ir embora, mas pediu que eu avisasse a senhora que ele ia deixar a chave embaixo do tapetinho vermelho...


"Um pouco de fé leva-nos até Deus. Muita fé trás Deus até nós!”


“Provai, e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele confia.” Salmos 34

A BIBLIA

Bíblia 10/04/2005
Qual a Fé verdadeira?
"Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei." (Gn 12:1)


Bíblia 31/03/2005
Batalha Espiritual - Conhecendo nossos adversários
Muitos fracassam na guerra espiritual por desconhecer nossos aliados espirituais, nossas armas de guerra e também nossos adversários. Entenda um poucow sobre nossos inimigos neste material!


Bíblia 23/08/2004
Avivamento - Há uma nuvem de glória sobre a Igreja
"Eu ouvi, Senhor, a tua fama, e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos; faze que ela seja conhecida no meio dos anos; na ira lembra-te da misericórdia." Habac. 3:2


Bíblia 21/04/2004
A Lei e Graça
Estamos sob a Lei moral de Deus, no sentido de que ela continua representando a soma de nossos deveres e obrigações para com Deus e para com o nosso semelhante...


Bíblia 24/03/2004
O significado da Páscoa
É uma festa instituída em lembrança da morte dos primogênitos do Egito e da libertação dos Israelitas (Ex 12:11-27). "Páscoa" deriva de uma palavra hebraica que significa A passagem do anjo exterminador.


Bíblia 01/03/2004
Um perigoso silêncio
A Bíblia sempre nos manda guardar silêncio diante de Deus ( Sal.46:10, Ec.5:2). Mas sempre que Deus trata conosco, Ele quer ouvir de nós uma palavra, um pedido, uma argumentação, ou mesmo, uma resposta às suas perguntas à nosso respeito.


Bíblia 23/02/2004
Ezequiel - Contador de parábolas
Ezequiel viu com muita clareza o que estava diante dele e descreveu tudo com figuras cheias de significado. Ezequiel tentou ser o mais fidedigno possível na descrição de sua visão.


Bíblia 24/01/2004
Pastores infiéis, ai de vós. Eis a palavra do Senhor! (Ezequiel 34.1-10)
Quem disse que Deus dorme no ponto? Ele tem uma mensagem toda especial para os pastores que andam em uma vida irregular diante dele, cometendo vários erros ministeriais, prejudicando a sua noiva, a igreja. O noivo vem, com toda a sua glória, e irá punir aqueles que afligiram e se aproveitaram de sua noiva.


Bíblia 24/01/2004
Adoração, adentrando na intimidade de Deus



Bíblia 24/01/2004
7 conselhos para uma vida cristã bem sucedida
Você quer ter uma vida cristã sucedida? Tenho certeza que sim... com estes 7 simples conselhos, tenho certeza que você conseguirá uma linda caminhada ministerial diante de Deus!


Bíblia 24/01/2004
A maravilhosa confissão diante da glória de Deus!
Em Isaías 6, o profeta tem uma visão maravilhosa. Ele vê Deus, sentado em seu trono. Uma nuvem de glória enchia o templo. Ele sabia que nenhum humano poderia ver Deus, pois Deus abomina o pecado. Naquele momento Isaías sentiu-se extremamente ameaçado, ele pensou...


Bíblia 24/01/2004
Dinheiro na Igreja - saiba como usar
Os pastores e administradores da igreja devem sempre previamente planejar objetivos para o crescimento da obra de Deus. Isso importa aos sacerdotes e reis, e não aos que contribuem...


Bíblia 24/01/2004
Prosseguindo para o Alvo
Neste texto, Paulo coloca diante do leitor um "pequeno manual" de sua carreira ministerial satisfatória. Vejo no meio das palavras do apóstolo, orientações importantíssimas para qualquer pessoa que quer alcançar um objetivo...


Bíblia 24/01/2004
22 considerações sobre o homem espiritual
Ser espiritual significa passar a dar prioridade as coisas espirituais, olhar para as coisas que são de cima, e entender que vivendo em relação espiritual com o Criados, automaticamente a vida material é tocada por Deus, de acordo com sua vontade....


Bíblia 24/01/2004
Abraão, o ex-pai da incredulidade



Bíblia 22/01/2004
Vai chover fogo do céu!
Imagine... você pode ter uma intimidade tão grande com Deus, que quando clamar a Ele, descerá fogo dos céus. Aprenda aqui como o profeta Elias fez para alcançar esta intimidade.


Bíblia 01/09/2003
Deuteronômio 18.9-13
"Quando entrarem na terra que o SENHOR, o seu Deus, lhes dá, não procurem imitar as coisas repugnantes que as nações de lá praticam. Não permitam que se ache alguém entre vocês que queime em sacrifício o seu filho ou a sua filha; que pratique adivinhação, ou se dedique à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria ou faça encantamentos; que seja médium, consulte os espíritos ou consulte os mortos. O SENHOR tem repugnância por quem pratica essas coisas... Permaneçam inculpáveis perante o SENHOR, o seu Deus."

Cristianismo

Monoteísmo
O cristianismo herdou do judaísmo a crença na existência de um único Deus, criador do universo e que pode intervir sobre ele. Os seus atributos mais importantes são por isso a onipotência, a onipresença e onisciência.

Outro dos atributos mais importantes de Deus, referido várias vezes ao longo do Novo Testamento, é o amor: Deus ama todas as pessoas e estas podem estabelecer uma relação pessoal com ele através da oração.

A maioria das denominações cristãs professa crer na Santíssima Trindade, isto é, que Deus é um ser eterno que existe como três pessoas eternas, distintas e indivisíveis: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

A doutrina das denominações cristãs difere do monoteísmo judaico visto que no judaísmo não existem três pessoas da Divindade, há apenas um único Deus, e o Messias que virá será um homem, descendente do rei David. Algumas denominações professam crer na Santíssima Trindade, isto é, que Deus é um ser eterno que existe como três pessoas eternas, distintas e indivisíveis: o Pai, o Filho, e o Espírito Santo. Essa doutrina foi criada no Concílio de Nicéia no ano de 325 D.C pelas Igreja Católica Apostólica Ortodoxa e Igreja Católica Apostólica Romana (Ver:"Concílios ecumênicos"). Existem ainda outras denominações que crêem em duas pessoas da Divindade o Pai que deve ser adorado e o Filho que não tem nenhum direito na Divindade em adoração.


[editar] Jesus
Outro ponto crucial para os cristãos é o da centralidade da figura de Jesus Cristo. Os cristãos reconhecem a importância dos ensinamentos morais de Jesus, entre os quais salientam o amor a Deus e o amor ao próximo, e consideram a sua vida como um exemplo a seguir. O cristianismo reconhece Jesus como o Filho de Deus que veio à Terra libertar os seres humanos do pecado através da sua morte na cruz e da sua ressurreição, embora variem entre si quanto ao significado desta salvação e como ela se dará. Para a maioria dos cristãos, Jesus é completamente divino e completamente humano. Há no entanto, uma recorrente discussão sobre a divindade de Jesus. Aqueles que questionam a divindade de Cristo argumentam que ele jamais teria afirmado isso expressamente. Os que defendem a divindade de Cristo, por sua vez, valem-se de versículos que, através da postura de Jesus e dentro do próprio contexto cultural judaico da época, deixariam clara sua condição divina[3][4].


[editar] A salvação
O cristianismo acredita que a fé em Jesus Cristo proporciona aos seres humanos a salvação e a vida eterna.[5], mas vale lembrar que biblicamente, as obras não são capazes de dar a uma pessoa a Vida Eterna, a única maneira de alcançar a Salvação é dando crédito à obra da cruz realizada pelo que os cristãos acreditam ser o filho de Deus, a saber Jesus Cristo.


[editar] A vida depois da morte
A visão de determinadas religiões cristãs sobre a vida depois da morte envolve, de uma maneira geral, a crença no céu e no inferno. A Igreja Católica considera que para além destas duas realidades existe o purgatório, um local de purificação onde ficam as almas que morreram em estado de graça, mas que cometeram pecados.


[editar] A Igreja
O cristianismo acredita na Igreja (ekklesia), palavra de origem grega que significa "assembléia", entendida como a comunidade de todos os cristãos e como corpo místico de Cristo presente na Terra e sua continuidade. As principais igrejas ligadas ao cristianismo são: a Igreja Católica, as Igrejas Protestantes e a Igreja Ortodoxa.


[editar] Diferenças nas crenças

[editar] O Credo de Nicéia
O Credo de Nicéia, formulado nos concílios de Nicéia e Constantinopla, foi ratificado como credo universal da Cristandade no Concílio de Éfeso de 431. Os cristãos ortodoxos orientais não incluem no credo a cláusula filioque, que foi acrescentada pela Igreja Católica mais tarde.

As crenças principais declaradas no Credo de Nicéia são:


Porcentagem do Cristianismo por país.A crença na Trindade;
Jesus é simultaneamente divino e humano;
A salvação é possível através da pessoa, vida e obra de Jesus;
Jesus Cristo foi concebido de forma virginal, foi crucificado, ressuscitou, ascendeu ao céu e virá de novo à Terra;
A remissão dos pecados é possível através do baptismo (br-batismo);
Os mortos ressuscitarão.
Na altura em que foi formulado, o Credo de Niceia procurou lidar directamente com crenças que seriam consideradas heréticas, como o arianismo, que negava que o Pai e Filho eram da mesma substância, ou o gnosticismo.

A maior parte das igrejas protestantes partilham com a Igreja Católica a crença no Credo de Nicéia.


[editar] Outros textos considerados sagrados
Alguns cristãos consideram que determinados escritos, para além dos que fazem parte da Bíblia, foram divinamente inspirados. Os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias atribuem a três livros a qualidade de terem sido inspirados por Deus; esses livros são o Livro de Mórmon, a Doutrina e Convénios e a Pérola de Grande Valor. Para os Adventistas do Sétimo Dia os escritos de Ellen G. White são uma manifestação profética que, contudo, não se encontra ao mesmo nível que a Bíblia.


[editar] Origem
Ver artigo principal: História do Cristianismo

Niccolò di Liberatore. Vir Dolorum (Cristo Morto no Sarcófago), 1480-1500Segundo a religião judaica, o Messias, um descendente do Rei Davi, iria um dia aparecer e restaurar o Reino de Israel. Na Palestina, por volta de 26 d.C., Jesus Cristo, nascido na cidade de Belém na Galileia começou a pregar uma nova doutrina e atrair seguidores, sendo aclamado por alguns como o Messias. Jesus foi rejeitado, tido por apóstata pelas autoridades judaicas. Foi condenado por blasfémia e executado pelos romanos como um líder rebelde. Seus seguidores enfrentaram dura oposição político-religiosa, tendo sido perseguidos e martirizados, pelos líderes religiosos judeus, e, mais tarde, pelo Estado Romano.

Com a morte e ressurreição de Jesus, os apóstolos, principais testemunhas da sua vida, reúnem-se numa comunidade religiosa composta essencialmente por judeus e centrada na cidade de Jerusalém. Esta comunidade praticava a comunhão dos bens, celebrava a "partilha do pão" em memória da última refeição tomada por Jesus e administrava o baptismo aos novos convertidos. A partir de Jerusalém, os apóstolos partiram para pregar a nova mensagem, anunciando a nova religião inclusive aos que eram rejeitados pelo judaísmo oficial. Assim, Filipe prega aos Samaritanos, o eunuco da rainha da Etiópia é baptizado, bem como o centurião Cornélio. Em Antioquia, os discípulos abordam pela primeira vez os pagãos e passam a ser conhecidos como cristãos.

Paulo de Tarso não se contava entre os apóstolos originais, ele era um judeu fariseu que perseguiu inicialmente os primeiros cristãos. No entanto, ele tornou-se depois um cristão e um dos seus maiores, senão o maior missionário depois de Jesus Cristo. Boa parte do Novo Testamento foi escrito ou por ele (as epístolas) ou por seus cooperadores (o evangelho de Lucas e os actos dos apóstolos). Paulo afirmou que a salvação dependia da fé em Cristo. Entre 44 e 58 ele fez três grandes viagens missionárias que levaram a nova doutrina aos gentios e judeus da Ásia Menor e de vários pontos da Europa, entre eles Roma.

Nas primeiras comunidades cristãs a coabitação entre os cristãos oriundos do paganismo e os oriundos do judaísmo gerava por vezes conflitos. Alguns dos últimos permaneciam fiéis às restrições alimentares e recusavam-se a sentar-se à mesa com os primeiros. Na Assembleia de Jerusalém, em 48, decide-se que os cristãos ex-pagãos não serão sujeitos à circuncisão, mas para se sentarem à mesa com os cristãos de origem judaica devem abster-se de comer carne com sangue ou carne sacrificada aos ídolos. Consagra-se assim a primeira ruptura com o judaísmo.


Peixe - Símbolo Cristão Primitivo, 2.º Século d.C. - Hoje símbolo principal das denominações da Igreja EvangélicaNa época, a visão de mundo monoteísta do judaísmo era atrativa para alguns dos cidadãos do mundo romano, mas costumes como a circuncisão, as regras de alimentação incômodas, e a forte identificação dos judeus como um grupo étnico (e não apenas religioso) funcionavam como barreiras dificultando a conversão dos homens. Através da influência de Paulo, o Cristianismo simplificou os costumes judaicos aos quais os gentios não se habituavam enquanto manteve os motivos de atração. Alguns autores defendem que essa mudança pode ter sido um dos grandes motivos da rápida expansão do cristianismo.

Outros autores entendem a ruptura com os ritos judaicos mais como uma conseqüência da expansão do cristianismo entre os não-judeus do que como sua causa. Estes invocam outros fatores e características como causa da expansão cristã, por exemplo: a natureza da fé cristã que propõe que a mensagem de Deus destina-se a toda a humanidade e não apenas ao seu povo escolhido; a fuga da perseguição religiosa empreendida inicialmente por judeus conservadores, e posteriormente pelo Estado Romano; o espírito missionário dos primeiros cristãos com sua determinação em divulgar o que Cristo havia ensinado a tantas pessoas quantas conseguissem.

A narrativa da perseguição religiosa, da dispersão dela decorrente, da expansão do cristianismo entre não-judeus e da subsequente abolição da obrigatoriedade dos ritos judaicos pode ser lida no livro de Atos dos Apóstolos. De resto, os cristãos adotam as regras e os princípios do Antigo Testamento, livro sagrado dos Judeus.

Em Junho do ano 66 inicia-se a revolta judaica. Em Setembro do mesmo ano a comunidade cristã de Jerusalém decide separar-se dos judeus insurrectos, seguindo a advertência dada por Jesus de que quando Jerusalém fosse cercada por exércitos a desolação dela estaria próxima, e exila-se em Pela, na Transjordânia, o que representa o segundo momento de ruptura com o judaísmo.


A crucificação de Jesus Cristo por Diego VelázquezApós a derrota dos judeus em 70, cristãos e outros grupos judeus trilham caminhos cada vez mais separados. Para o Cristianismo o período que se abre em 70 e que segue até aproximadamente 135 caracteriza-se pela definição da moral e fé cristã, bem como de organização da hierarquia e da liturgia. No Oriente, estabelece-se o episcopado monárquico: a comunidade é chefiada por um bispo, rodeado pelo seu presbitério e assistido por diáconos.

Gradualmente, o sucesso do Cristianismo junto das elites romanas fez deste um rival da religião estabelecida. Embora desde 64, quando Nero mandou supliciar os cristãos de Roma, se tivessem verificado perseguições ao Cristianismo, estas eram irregulares. As perseguições organizadas contra os cristãos surgem a partir do século II: em 112 Trajano fixa o procedimento contra os cristãos. Para além de Trajano, as principais perseguições foram ordenadas pelos imperadores Marco Aurélio, Décio, Valeriano e Diocleciano. Os cristãos eram acusados de superstição e de ódio ao género humano. Se fossem cidadãos romanos eram decapitados; se não, podiam ser atirados às feras ou enviados para trabalhar nas minas.

Durante a segunda metade do século II assiste-se também ao desenvolvimento das primeiras heresias. Tatiano, um cristão de origem síria convertido em Roma, cria uma seita gnóstica que reprova o casamento e que celebrava a eucaristia com água em vez de vinho. Marcião rejeitava o Antigo Testamento, opondo o Deus vingador dos judeus, ao Deus bondoso do Novo Testamento, apresentado por Cristo; ele elaborou um Livro Sagrado feito a partir de passagens retiradas do Evangelho de Lucas e das epístolas de Paulo. À medida que o Cristianismo criava raízes mais fortes na parte ocidental do Império Romano, o latim passa a ser usado como língua sagrada (nas comunidades do Oriente usava-se o grego).

A ascensão do imperador romano Constantino representou um ponto de virada para o Cristianismo. Em 313 ele publica o Édito de Tolerância (ou Édito de Milão) através do qual o Cristianismo é reconhecido como uma religião do Império, e concede a liberdade religiosa aos cristãos. A Igreja pode possuir bens e receber donativos e legados. É também reconhecida a jurisdição dos bispos.

A questão da conversão de Constantino ao Cristianismo é um tema de profundo debate entre os historiadores, mas em geral aceita-se que a sua conversão ocorreu gradualmente. Constantino estipula o descanso dominical, proíbe a feitiçaria e limita as manifestações do culto imperial. Ele também mandou construir em Roma uma basílica no local onde, supostamente, o apóstolo Pedro estava sepultado e, influenciado pela sua mãe, a imperatriz Helena, ordena a construção em Jerusalém da Basílica do Santo Sepulcro e da Igreja da Natividade em Belém.

Constantino quis também intervir nas querelas teológicas que na altura marcavam o Cristianismo. Luta contra o arianismo, uma doutrina que negava a divindade de Cristo, oficialmente condenada no Concílio de Niceia (325), onde também se definiu o Credo cristão.

Mais tarde, nos anos de 391 e 392, o imperador Teodósio I combate o paganismo, proibindo o seu culto e proclamando o Cristianismo religião oficial do Império Romano.

O lado ocidental do Império cairia em 476, ano da deposição do último imperador romano pelo "bárbaro" germânico Odoacro, mas o Cristianismo permaneceria triunfante em grande parte da Europa, até porque alguns bárbaros já estavam convertidos ao Cristianismo ou viriam a converter-se nas décadas seguintes. O Império Romano teve desta forma um papel instrumental na expansão do Cristianismo.

Do mesmo modo, o cristianismo teve um papel proeminente na manutenção da civilização européia. A Igreja, única organização que não se desintegrou no processo de dissolução da parte ocidental do império, começou lentamente a tomar o lugar das instituições romanas ocidentais, chegando mesmo a negociar a segurança de Roma durante as invasões do século V. A Igreja também manteve o que restou de força intelectual, especialmente através da vida monástica.

Embora fosse unida lingüisticamente, a parte ocidental do Império Romano jamais obtivera a mesma coesão da parte oriental (grega). Havia nele um grande número de culturas diferentes que haviam sido assimiladas apenas de maneira incompleta pela cultura romana. Mas enquanto os bárbaros invadiam, muitos passaram a comungar da fé cristã. Por volta dos séculos IV e X, todo o território que antes pertencera ao ocidente romano havia se convertido ao cristianismo e era liderado pelo Papa. Missionários cristãos avançaram ainda mais ao norte da Europa, chegando a terras jamais conquistadas por Roma, obtendo a integração definitiva dos povos germânicos e eslavos.


[editar] Denominações cristãs
Ver artigo principal: Denominações cristãs

Os mais importantes ramos do Cristianismo
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(Linhagem independente clamada)RestauracionismoAnabaptistasProtestantismoAnglicanismo("Via Media")(Ritos latinos)Catolicismo Romano(Ritos orientais)Igreja OrtodoxaIgreja Ortodoxa OrientalNestorianismo(Inclui a Igreja Asssíria Oriental)Reforma(século XVI)Grande Cisma(século XI)Concílio de Éfeso 431Concílio de Calcedónia 451Cristianismo primitivo"União"No cristianismo existem numerosas tradições e denominações, que reflectem diferenças doutrinais por vezes relacionadas com a cultura e os diferentes contextos locais em que estas se desenvolveram. Segundo a edição de 2001 da World Christian Encyclopedia existem 33 830 denominações cristãs. Desde a Reforma o cristianismo é dividido em três grandes ramos:

Catolicismo: composto pela Igreja Católica Apostólica e que hoje congrega o maior número de fiéis;
Ortodoxia: originária da primeira grande cisma cristã é constituída por duas grandes igrejas ortodoxas - a grega e a russa - que apresentam algumas diferenças entre si, nomeadamente a língua usada na liturgia. Há ainda um terceiro ramo, a igreja de rito Copta, que surgiu no Norte de África;
Protestantismo: originária da segunda grande cisma cristã (Reforma Protestante) de Martinho Lutero, no século XVI, e engloba grande número de movimentos e denominações distintas. Atualmente a Igreja Protestante (também chamada Igreja Evangélica) pode ser dividida em três vertentes:
Denominações Históricas: resultado directo da reforma protestante. Destacam-se nesta vertente os luteranos, anglicanos , presbiterianos, metodistas e batistas.
Denominações Pentecostais: originárias em movimento do início do século XX é baseando na crença na presença do Espírito Santo na vida do crente através de sinais, denominados por estes como dons do Espírito Santo, tais como falar em línguas estranhas (glossolalia), curas, milagres, visões etc. Destacam-se nesta vertente a Assembléia de Deus, O Brasil para Cristo, Congregação Cristã, Igreja Cristã Maranata e a Igreja do Evangelho Quadrangular.
Denominações Neopentecostais: originárias na segunda metade do século XX de avanço das igrejas pentecostais, não configuram uma categoria homogêna possuindo muita variedade nesse meio. Algumas possuem aceitação de músicas de vários estilos, outras adquiriram o formato G-12. Destacam-se nesta vertente a Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja Apostólica Renascer em Cristo, Igreja Internacional da Graça de Deus, Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, Igreja Evangélica Cristo Vive, Igreja Cristo Vive, Manancial Vida, Igreja de Nova Vida, Comunidade Cristã, Igreja Bola de Neve e a Igreja Unida. É o ramo que mais cresce no Brasil e no mundo.
Além desses três ramos majoritários, ainda existem outros segmentos minoritários do Cristianismo. Em geral se enquadram em uma das seguintes categorias:

Restauracionismo: são doutrinas surgidas após a Reforma Protestante cujas bases derrogam as de todas as outras tradições cristãs, basicamente tendo como ponto em comum apenas a crença em Jesus Cristo. A maioria deles não se considera propriamente "protestante" ou "evangélico" por possuirem grandes divergências teológicas. Nesta categoria estão enquadradas a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, a Igreja Adventista do Sétimo Dia e as Testemunhas de Jeová, entre outras denominações. Quanto às Testemunhas de Jeová, embora afirmem ser cristãs, também não se consideram parte do protestantismo. Os testemunhas aceitam a Jesus como criatura, de natureza divina, seu líder e resgatador, rejeitando, no entanto a crença na Trindade e ensinando que Cristo é o filho do único Deus, Jeová, não crendo que Jesus é Deus.
Cristianismo primitivo: são as Igrejas cujas bases são anteriores ao estabelecimento do catolicismo e da ortodoxia. É o caso das igrejas não-calcedonianas e da Igreja Assíria do Oriente (Nestoriana).
Cristianismo esotérico: é a parte mística do Cristianismo, e compreende as escolas cristãs de mistérios e sincretismo religioso. A este ramo pertence o Gnosticismo que é uma crença com raízes antecedentes ao próprio cristianismo e que tem características da ciência egípcia e da filosofia grega. O Rosacrucianismo também se enquadra nessa vertente sendo uma ciência oculta cristã que ressalta as boas ações por meio da fraternidade.
Espiritismo: algumas vezes é contestado como sendo uma vertente do Cristianismo. Os simplesmente espíritas não acreditam que uma pessoa ou ser, como Jesus Cristo, pode redimir "os pecados" de uma outra, contudo para a maior parte dos adeptos do espiritismo a obra de Allan Kardec constitui uma nova forma de cristianismo, ou então um resgate do cristianismo primitivo, que não inclui os dogmas adicionados pela Igreja Católica em seus diversos Concílios. Inclusive, um dos seus livros fundantes é denominado de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Esse livro apresenta uma reinterpretação de aspectos da filosofia e moral cristã, crendo em parte na Bíblia Sagrada.

[editar] Concepções religiosas e filosóficas
O Cristianismo prega o amor a Deus e ao próximo como o seu fundamento espiritual. De facto estas atitudes não constituem dois mandamentos separados (1º a Deus e 2º ao próximo), mas sim um só em que nenhuma das partes pode ser excluída. A salvação espiritual é oferecida gratuitamente a quem deseja aceitá-la buscando a Deus na figura de seu filho Jesus e que a busca de Deus é uma experiência transformadora da natureza humana.

Podemos considerar três períodos que definem a concepção e filosofia do Cristianismo:

Cristianismo primitivo: caracterizado por uma heterogeneidade de concepções;
Patrística: ocorrida no período entre os séculos II e VIII, com a transformação da nova religião em uma Igreja oficial do Império Romano fundada por Constantino e a formação de um clero institucionalizado, e cujo doutrinário expoente foi Santo Agostinho;
Escolástica: a partir do século VIII e cujo expoente foi São Tomás de Aquino, que afirmou que fé e razão podem ser conciliadas, sendo a razão um meio de entender a fé.
A partir do protestantismo, é necessário fazer uma diferenciação entre a história e concepção da Igreja Católica e das diversas denominações evangélicas que se formaram.


[editar] Formas de culto
As formas de culto do cristianismo envolvem a oração, a leitura de passagens da Bíblia, o canto de hinos, a cerimónia da eucaristia (católicos e ordodoxos) e a audição de um sermão dito pelo sacerdote ou ministro. A maioria das denominações cristãs considera o Domingo como dia dedicado ao culto (há minorias que consideram o Sábado). É um dia dedicado ao descanso, no qual os cristãos reúnem-se para o culto, embora a devoção e oração individual em qualquer outro dia da semana sejam também valorizadas no cristianismo.

Os católicos e os ortodoxos interpretam as formas de culto (ou missa, para o catolicismo) cristãs em termos de sete sacramentos, considerados como graças divinas:

Batismo
Eucaristia
Matrimónio
Confirmação ou crisma
Penitência
Extrema unção ou Unção dos enfermos
Ordem
Os protestantes não têm os sacramentos pelo catolicismo, mas eles utilizam de passagens bíblicas para os cultos, como:

Batismo (para a maioria das denominações, apenas em adultos);
Santa Ceia (não aceitando a eucaristia, voltando ao padrão bíblico "PÃO" E "VINHO", ambos aceitos apenas como símbolos).
etc

[editar] Símbolos

O Bom Pastor, mausoléu de Galla Placidia, Ravena, Itália. Início do século V d.C..O símbolo mais reconhecido do cristianismo é sem dúvida a cruz, que pode apresentar uma grande variedade de formas de acordo com a denominação: crucifixo para os católicos, a cruz de oito braços para os ortodoxos e uma simples cruz para os protestantes evangélicos.

Outro símbolo cristão, que remonta aos começos da religião. é o Ichthys ou peixe estilizado (a palavra Ichthys significa peixe em grego, sendo também um acrónimo de Iesus Christus Theou Yicus Soter, "Jesus Cristo filho de Deus Salvador"), hoje sempre visto no protestantismo. Outros símbolos do cristianismo primitivo, por vezes ainda utilizados, eram o Alfa e o Ómega (primeira e última letras do alfabeto grego, em referência ao facto de Cristo ser o princípio e o fim de todas as coisas), a âncora (representando a salvação da alma chegada ao bom porto) e o "Bom Pastor", a representação de Cristo como um pastor com as suas ovelhas.


[editar] Calendário litúrgico e festividades
Os cristãos atribuem a determinado dias do calendário uma importância religiosa. Estes dias estão ligados à vida de Jesus Cristo ou à história dos primórdios do movimento cristão.

O calendário litúrgico cristão inclui as seguintes festas:

Advento: período constituído pelas quatro semanas antes do Natal, entendidas como época de preparação para a celebração do nascimento de Jesus Cristo;
Natal: celebração do nascimento de Jesus;
Epifania: para os católicos, celebra a adoração de Jesus Cristo pelos Reis Magos, enquanto que para os cristãos ortodoxos o seu baptismo. Acontece doze dias após o Natal;
Sexta-feira Santa: morte de Jesus,
Domingo de Páscoa: ressurreição de Jesus;
Ascensão: ascensão de Jesus ao céu. Acontece quarenta dias após o Domingo de Páscoa;
Pentecostes: celebração do aparecimento do Espírito Santo aos cristãos. Ocorre cinquenta dias após o Domingo de Páscoa.
Alguns dias têm uma data fixa no calendário (como o Natal, celebrado a 25 de Dezembro), enquanto que outros se movem ao longo de várias datas. O período mais importante do calendário litúrgico é a Páscoa, que é uma festa móvel. Nem todas denominações cristãs concordam em relação a que datas atribuir importância. Por exemplo, o Dia de Todos-os-Santos é celebrado pela Igreja Católica e pela Igreja Anglicana a 1 de Novembro, enquanto que para a Igreja Ortodoxa a data é celebrada no primeiro Domingo depois do Pentecostes; outras denominações cristãs não celebram sequer este dia. De igual forma, alguns grupos cristãos recusam celebrar o Natal uma vez que consideram ter origens pagãs.


[editar] O cristianismo no mundo de hoje
O cristianismo é atualmente a religião com maior número de adeptos, seguida do islão[1]. Presente em todos os continentes, apresenta tendências de desenvolvimento diferente em cada um deles.

No início do século XX, a maioria dos cristãos estava concentrada na Europa; por volta da década de setenta do século XX, tinha diminuído consideravelmente o número de cristãos na Europa, sendo actualmente a América Latina e África os dois centros mundiais do cristianismo.

O cristianismo chegou ao continente americano com as conquistas espanholas e portuguesas do século XVI. Os primeiros missionários católicos na América, preocupados com a conversão das populações, não se importaram com as culturas locais indígenas, que foram devastadas. No século XIX a independência dos países latino-americanos em relação a Espanha e Portugal, foi acompanhada de uma redução gradual da influência da Igreja Católica. Contudo, durante o século XX o catolicismo desempenhou um papel político na América Latina, detectável em movimentos como a Teologia da Libertação. Actualmente, o catolicismo perde terreno na América Latina a favor de movimentos protestantes de carácter pentecostalista.

Na África o cristianismo tem raízes mais antigas. Antes do surgimento do islão no século VII, o norte de África estava religiosamente integrado na esfera cristã. O islão e o cristianismo tiveram dificuldades em penetrar completamente na África Negra. Foi, sobretudo no século XIX, com o estabelecimento de missões protestantes (anglicanas e metodistas) em África, que o cristianismo penetrou no continente. Na segunda metade do século XX seria a vez do catolicismo. Hoje em dia, o catolicismo é a denominação com maior número de adeptos na maioria dos países africanos, com uma população de mais de 150 milhões de pessoas. No continente africano também surgiram igrejas cristãs independentes das tradições européias, que misturam elementos do cristianismo com elementos da cultura local, como o culto dos antepassados, a feitiçaria e a poligamia.